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domingo, janeiro 17, 2010

«Bate coração de ferro\ o maior que houve em mulher»

«Coração de ferro», será? Não é novidade nenhuma que a mulher é um ser extraordinário, capaz de actos impensáveis, por amor. Temos como exemplo as nossas mães e não é preciso irmos mais longe que isto: elas dão-nos tantas provas de amor que acabamos por nos habituar e banaliza-las.



Ser mulher nunca foi fácil, pois a mulher raramente foi e é vista como igual ao homem. Por incrível que pareça, isto ainda acontece muito frequentemente na sociedade em que vivemos e, ser-se mulher inteligente é ainda mais difícil, pois ainda paira o fantasma ideal da mulher que «não pensa» e se subordina aos homens da sua família.


Para além de todas as suas capacidades, a mulher tem uma capacidade extraordinária para amar. A mulher que ama e quando ama, dá-se por completo, entrega-se por uma causa, debruça-se nas suas missões e chega a dar a vida pelas pessoas que ama. No entanto, é errado pensar que a mulher tem «coração de ferro» e que pode suportar tudo e mais alguma coisa, não sendo necessário preocuparmo-nos muito com isso porque «ela aguenta»!


A mulher ama incondicionalmente e suporta muito melhor a dor do que o homem, seja esta de que ordem for, mas não nos esqueçamos que a mulher é um ser humano e o seu coração é um músculo com duas aurículas e dois ventrículos e, não é necessário dizer mais nada para que seja perceptível que a mulher sofre precisamente devido a esta sua capacidade de amar. Atrevo-me então, a afirmar que, comparado com a mulher o homem limita-se a fazer uma caricatura do amor!

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